O Grupo Porto Forte começou em Guarujá, em 2019, com a operação de depot no porto de Santos. A expansão para Itapoá, Navegantes e Paranaguá não foi apenas geográfica: mudou a forma de coordenar a operação e de responder ao cliente.
O primeiro depot
Guarujá é a base histórica. Foi onde o grupo aprendeu a rotina de recebimento, inspeção, reparo e liberação de containers — e onde o Reefer Service ganhou corpo técnico.
Itapoá e Navegantes
As unidades de Santa Catarina aproximaram a operação de uma cadeia de reefer relevante e de portos com forte fluxo de containers. A lógica foi levar o mesmo padrão de depot para perto da carga, sem centralizar tudo em Santos.
Paranaguá
No Paraná, a operação se conecta ao corredor de exportação e à demanda de armazenagem e reparo. Com quatro unidades, o grupo passa a acompanhar o cliente em mais de um porto, com o mesmo interlocutor comercial.
O que muda para o cliente
Menos transferência entre fornecedores, mais previsibilidade de agenda e uma visão única sobre o container. Quando a operação precisa de container, máquina, pneu ou reefer, a resposta não começa do zero.
As próximas frentes — importação de pneus, marca própria, cursos técnicos e intermediação de negócios — estão em estruturação. Sem promessa de prazo, com trabalho em curso.
PRÓXIMO PASSO
Fale com quem opera.
O time do grupo responde por containers, reefer, máquinas, equipamentos, genset e serviços.
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